domingo, 23 de outubro de 2016

Barba - O que elas gostam

Olá, 

Como está a correr o vosso fim-de-semana? 
Hoje descobri algumas curiosidades sobre barbas, barbudos e afins. 
Sabiam que o tipo de barba que os homens usam influência as opiniões que as mulheres têm sobre eles. 
É isso que diz um estudo da Universidade de Charles Sturt University, Austrália.
Assim: na opinião da maioria das mulheres:
- Os homens que usam barba curta e rente ao rosto são considerados mais atraentes e ideais para uma relação de curto prazo.
- Os homens com barba maior costumam ser associados a relações mais duradouras


.


Alguns factos barbudos, ou não :-) 

- Na Grécia antiga cultivar barba era um sinal de status, força, coragem e sabedoria. Os espartanos, por exemplo, raspavam o rosto daqueles que consideravam covardes.

- Na Idade Média a barba voltou a significar virilidade e honra entre os nobres enquanto a cara limpa dos clérigos da igreja Católica era considerada um sinónimo de celibato. Portanto sem barba, sem sexo.

- Em 1535 o rei britânico Henrique VIII criou um imposto sobre pêlos que variava de acordo com a posição social do indivíduo. Algum tempo depois a sua filha, Elizabeth I “modernizou” a taxa, e, todos os donos de barbas com mais de duas semanas de crescimento precisavam pagar imposto.




Alguns barbudos famosos:

Karl Marx (filósofo alemão)
Fidel Castro (político cubano)
Joe Cocker (músico norte-americano)
Steven Spielberg (cineasta norte-americano)
Louis Pasteur (cientista francês)
Vincent Van Gogh (pintor holandês)
Kenny Rogers (cantor norte-americano)
Bud Spencer (ator italiano)

- Não menos importante: Dumbledore e Jesus têm barba



e.. ainda... 

E ainda…essa coisa fofinha. O Pai Natal  :-)




E vocês, meninas, gostam de barbas? Como?
Não, não são vencedoras aqui para os meus lados. Nem grandes, nem médias, nem pequenas. 
Mas que importa? O importante não é a barba, mas o barbudo :-)
Divirtam-se
Beijinhos 

sábado, 22 de outubro de 2016

Jardins de Lisboa - Jardim de Henrique Lopes de Mendonça

Olá,

Que tal está a ser este fim-de-semana com chuvinha, em Lisboa? 
Mesmo com chuva podemos apreciar os Jardins de Lisboa. É grátis, e muitos estão recheados de história.

Hoje uma passagem no Jardim de Henrique Lopes de Mendonça/Praça José Fontana. 
Tanto para contar neste pequeno espaço arrumadinho entre o Liceu Camões, o Fórum Picoas e a Polícia Judiciária. 






Henrique Lopes de Mendonça, que dá nome ao jardim, foi o autor do nosso Hino Nacional. 


Monumento, executada pelo Engº. Vasco Lopes de Mendonça, segundo estudo do Arq. Raul    Lino, inaugurado, em 1970.


O nosso Hino Nacional "A Portuguesa" foi composto em 1890, com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi utilizado desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano. 
Em 31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado que pretendia implantar a república em Portugal, esta canção já aparecia como a opção dos republicanos para hino nacional. Isso veio a acontecer, após a instauração da República a 5 de Outubro de 1910.





Situado em frente ao Liceu Camões, o Jardim de Henrique Lopes de Mendonça, foi assim denominado em homenagem ao escritor, poeta e dramaturgo autor da letra do Hino Nacional 'A Portuguesa'.

É um Jardim com tanta história. Além da Homenagem ao autor do Hino. O jardim cruza-se com a Praça José Fontana. No local está um monumento de homenagem a José Fontana.





José Fontana, nasceu na Suiça em 1840/1 (há estas duas datas e confesso que não fui aprofundar, para poder dizer exactamente qual a correcta). Ainda muito jovem, veio para Portugal e fixou-se em Lisboa onde, em 1854, já aparece como relojoeiro. 
Destacou-se na luta pela melhoria das condições de vida e trabalho do operariado, promovendo o associativismo e o cooperativismo. 
Influenciado pelas ideias de Bakunine, em 1872 redigiu os estatutos da Associação Fraternidade Operária, organismo que impulsionou o movimento operário português e que, mais tarde, daria origem ao Partido Socialista Português.




Com apenas 35 anos de idade, era sócio-gerente da Livraria Bertrand, onde tinha começado a sua vida profissional como empregado em meados da década de 1860.
Entre 1977 e Junho de 2008 o Partido Socialista teve uma instituição denominada Fundação José Fontana cujo objectivo era promover o desenvolvimento do associativismo e do sindicalismo e em particular à formação de quadros sindicais. Aliás a Fundação José Fontana foi o embrião da UGT, que teria o seu primeiro congresso na cidade do Porto, em Janeiro de 1979.
José Fontana, com tuberculose, suicidou-se em 1876…
Além de Lisboa José Fontana tem ainda o seu nome em várias ruas e praças, nomeadamente em Oeiras, Cascais, Loures, Almada, Moita, Setúbal e Sintra.

Como vos disse. Tanta história num espaço tão pequeno.
A visitar este jardim de Lisboa, que tem uma esplanada ao pé do coreto onde se pode tomar um belo café. 





Bom resto de sábado

Bejinhos



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Amigos

Olá

Boa sexta-feira. O que vão fazer no fim-de-semana? Parece que vai chover em Lisboa. Outono :-)
Almocinho rápido com a minha amiga Fernanda.




Filetes de Pescada com Arroz de Tomate. Nham! Nham!



Acompanhado com flores :-)))



Bom fim-de-semana!

Divirtam-se

Beijinhos

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Dentista

Olá,

Como correu o vosso dia hoje?
Ontem ao comer uma azeitona (sim, sim, uma azeitona) parti um dente da frente. Ops. Pânico. Telefonei para a minha dentista. Socorro, socorro é um dente da frente, não vou para a rua assim. Socorro.
Consegui consulta para a tarde de hoje. Uff. e lá fui. Sem medos que já lá fui outras vezes e fui sempre bem tratada. SEM DORES.

   

A minha dentista é aqui. Podem visitar na internet em http://www.novaclinicabenfica.com/
Para terem uma ideia de como somos bem tratados ali.
Estava à espera que me chamassem na sala, quando a assistente veio ter comigo (ainda antes da hora marcada) para me pedir desculpa, porque iam atrasar 15 minutos.
Olhem se isto não é ser muito bem tratado, não sei o que será. Esta pequena atenção mostra varias coisas: profissionalismo, respeito, atenção para quem espera. Cinco estrelas é o que vos digo.




Apenas 10 minutos depois da hora marcada, e lá fui eu.
A sério que são encantadores.



Uma boa higiene dentária diária é fundamental. 
Lavar os dentes sempre depois das refeições e antes de deitar é o mínimo dos mínimos. 
Eu faço isso. 
Claro que por vezes quando temos almoços ou jantares a coisa complica-se, mas, podemos andar com uma escovinha e uma pasta (sabem que há uns kit's de viagem com isso em miniatura?) mas também isso não acontece todos os dias, e quando chegarmos a casa podemos tratar do assunto. 
Não uso fio dental que detesto, uso um escovilhão e funciona. 
Quando aparecem os primeiros dentes de leite devemos levar as crianças ao dentista para sermos aconselhados e desde pequeninos começarmos a cuidar de algo que, em Portugal é muito descuidado. 
Sei o que muitos dizem, os preços e etc. Sim, olhem, contactem a minha clínica. Vão ficar surpreendidos. Não é o drama que pensam. 



E pronto, depois de tudo arranjadinho e certinho, é sair por aí e sorrir. 
A vida é bela, e é preciso sorrir para ela. 
Não escondam o sorriso por não terem uns dentes bonitos. 
Coragem pessoal, não dói. Já não estamos na idade média. 




Olhem algo que me deixa muito sorridente. O outono. As cores. A vida a renovar-se. 




Divirtam-se 

Sejam felizes

Beijinhos


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Fronteiras de PORTUGAL

Olá,
Como está a correr o vosso dia? Quarta-feira, o chamado dia do meio :-)

Hoje olhamos para Portugal, entradas e saídas. 

Por terra os nosso vizinhos são apenas os espanhóis, e são várias as fronteiras com “nuestros hermanos”. Lembrei-me ao encontrar algumas fotos das minhas viagens de fazer um pequeno apanhado com algumas dessas fronteiras. É isso que vos deixo a seguir. 
Vamos começar pelo topo e depois descemos.
Valença - Fronteira de Tui

A Ponte Rodo-Ferroviária de Valença, também conhecida por Ponte de Valença ou Ponte Internacional de Tui, cruza o Rio Minho, na fronteira entre Portugal e a Galiza.

    Ponte de Valença

Do outro lado (do mapa) Bragança 




Uma das fronteiras aqui é em Rio de Onor




Rio de Onor - Esta aldeia raiana subsiste ainda como aldeia comunitária. Isto é...partilha e entreajuda de todos os habitantes, nomeadamente nas seguintes formas:
- Partilha dos fornos comunitários
- Partilha de terrenos agrícolas comunitários, onde todos devem trabalhar
- Partilha de um rebanho, pastoreado nos terrenos comunitários.
Rio de Onor é atravessada a meio pela fronteira internacional entre Portugal e Espanha, sendo para efeitos oficiais a parte espanhola distinguida como Rihonor de Castilla.
Ambas as partes são conhecidas pelos seus habitantes como "povo de acima" e "povo de abaixo".


    Foto tirada a uma placa numa casa do lado espanhol


Bem vamos agora descer um pouco, até ao centro de Portugal.
Fronteira de Vilar Formoso


    Fronteira de Vilar Formoso

Vilar Formoso pertence ao concelho de Almeida…É o principal ponto de entrada por via terrestre em Portugal. Utilizam este ponto de passagem mais de cinco milhões de pessoas por ano, através da rodovia e da ferrovia. Através da fronteira de Vilar Formoso passam a maior parte das Importações/Exportações realizadas via terrestre, de e para o território português.
Tenho a mania de fotografar placas a dizer Portugal, que querem, acho graça? Aqui fica uma, junto a Vilar Formoso (+/-).
Posso dizer que Fuentes de Oñoro na Região de Castilha e Leão está a cerca de 260 km de Madrid (é logo ali ao virar da esquina)




Embora Elvas/Badajoz, seja a fronteira que atravessei, mais vezes (talvez por isso, já nem ligo) não tenho uma única foto tirada aí. E Esta? Qualquer dia tiro. Bem vamos então Portugal abaixo, e vamos descer até à ponta sul. Pois claro, vamos ao Algarve, mais precisamente a Vila Real de Santo António.
Vila Real de Santo António - Por rio e por terra, no Rio Guadiana, a fronteira espanhola do Algarve




Do outro lado, em Espanha, Ayamonte, é só apanhar o barco




Ou para voltar a terras lusas, passar a ponte, é logo ali.




Sabiam que Vila Real de Santo António, com a conhecemos foi construída em cinco meses?
Na cidade de Vila Real de Santo António, em tempos históricos, existia uma pequena aldeia piscatória chamada Santo António de Avenilha. A povoação foi completamente destruída pelo terramoto e maremoto de 1755. Pouco depois, o Ministro do Reino, o Marquês de Pombal, decidiu edificar uma cidade no local sinistro, para demonstrar força à Espanha. E o Marquês de Pombal, se bem o pensou, melhor o fez, recorreu a técnicas, que já tinham provas da sua valia na reconstrução da igualmente destruída capital, Lisboa. Em tempo recorde, ou seja, em apenas cinco meses nasceu uma cidade, desenvolvida a régua e esquadro, com uma planta que imita uma tábua de xadrez. Em honra do Rei D. José I foi baptizada de “Vila Real”, com referência à aldeia tragicamente desaparecida, manteve também o nome do padroeiro Santo António.

Por fim. Uma paixão minha, os aviões. 
Desta forma chega-se de todo o lado.
A foto em baixo foi tirada no Aeroporto de Arlanda, em Estocolmo, na Suécia, em 2013. 


    Aeroporto de Arlanda, Estocolmo (2013)

Depois de uma semana em que me senti no paraíso, sim, para mim, estar em Estocolmo, é estar no paraíso, foi o regresso a Lisboa. Confesso que foi com tristeza que entrei neste avião, gosto tanto da TAP, tenho uma confiança cega, nos nossos aviões, na nossa manutenção e nos nossos pilotos, na nossa companhia aérea, mas, Estocolmo é a minha cara, espero voltar em breve aquela cidade que me apaixonou e onde deixei e tenho, um bocadinho do meu coração. Qualquer dia faço aqui um especial sobre essa minha viagem. É tão bonita Estocolmo.
Nota: (sabiam que os pilotos da TAP já foram considerados os melhores do mundo por conseguirem aterrar em segurança no aeroporto do Funchal, antes das obras de prolongamento da pista? E eu que cheguei a aterrar lá antes disso, juro a pés juntos. que aquilo, aquilo sim, era uma aventura radical e tanto)

E pronto. Assim fica um pouco do nosso Portugal.

Divirtam-se.

Beijinhos 

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Avaria ZON - NOS ou o que lhe quiserem chamar

Olá,

Como tem sido o vosso dia?
Passei a manhã a trabalhar e a tentar resolver a questão da minha internet. Às vezes penso que estas coisas só acontecem comigo. Digam-me se também já passaram por algo assim.
Tenho em minha casa o serviço da ZON, net, TV e telefone fixo. No final da passada semana tive problemas com a net. Contactei a ZON e a pessoa que me atendeu, chegou à brilhante conclusão que eu tinha era um problema no meu computador. Disse-lhe que não. Que o computador estava a funcionar lindamente, que trabalhava no meu programa de montagem de sons e tudo para a rádio e portanto, o  problema era da ligação deles com o meu computador e não da ligação do meu computador com eles (que é diferente não é?) . O senhor manteve a dele que eu é que tinha de resolver a questão e etc, e eu, na altura, com muita coisa para fazer, deixei passar, e como a net regressou, ignorei.
Hoje. Nova aventura. Mesma situação. Voltei a contactar a ZON, e disse logo a quem me atendeu, que não me dissesse que o problema era do meu computador, porque eu também não tinha net wi-fi no telemóvel. A avaria é/era deles da ZON.




O moço lá chegou à conclusão que sim que tinha uma avaria e marcou a vinda de um técnico esta tarde a minha casa.
Claro que lhe disse que precisava da net para trabalhar, de manhã, mas, nada a fazer.
Aliás, disse-lhe, caso ele quisesse saber, que iria graças á ZON, trabalhar via "sinais de fumo", uma vez que por net seria complicado.
Bem, adiante. Recebi esta mensagem pouco depois no meu telemóvel da dita ZON




Okey, era isto que eu tinha acabado de combinar com o rapaz ao telefone. Tudo bem. 
Ou não?
Não, que passado um bocado a ZON, mudou de ideias, afinal, não, não vinha cá o técnico a casa. Nova mensagem por sms.



Hum? Vão conseguir resolver, sem virem cá? Olha, em menos de uma hora, conseguiram ver isso? . Bem, menos mal, assim até às 15h00, até é mais rápido. 
Ou não?
NÃO, ZON, não. 
Cerca de meia hora depois esta terceira mensagem.
Afinal nem resolução rápida da avaria, nem técnico, nem coisa nenhuma. 



Conclusão. Estou a trabalhar com a internet com soluços (Até já pensei para ajudar, assustá-la, ou dar-lhe um copo de água para beber sem respirar, ou eu sei lá, a ver se lha passava os soluços) . 
Ah, mas, querida ZON, assim não, comigo, assim não. 
Como felizmente já não estou fidelizada. 
Adeus. 
Cumprimentos à família. 
Até nunca mais. 
Mudei de operador. instalação nova dentro de 4 quatro dias. 
Assim vamos nós Portugal. Assim vamos nós. 
Pergunta: Já tiveram este problema? Como resolveram? Contem-me tudo. 

Beijinhos 




segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Dividas, empresas, justiça portuguesa

Olá Bom dia

Neste início de semana, uma história que me está a deixar chocada. 
Uma carta de uma empresa (se é que se pode chamar empresa a esta coisa) para uma ex-funcionária.
A então funcionária da empresa foi dispensada no final de ano e meio de contrato, pelo que tem a receber, indemnização pela não renovação do mesmo e respectivas compensações de subsídio de Natal, férias e afins. Na ordem do tribunal o valor que é aprovado como divida da empresa à ex-funcionária é de mais de dois mil euros.
A empresa, na sua infinita bondade, escreveu então à ex-funcionária, após a aprovação de um 2º PER (leram bem, segundo PER)) a pedir à ex-funcionária que lhe enviasse o NIB para pagar o que lhe devia.
A ex-funcionária enviou a carta com o NIB para a empresa e questionou a mesma sobre o quanto, como e quando pensavam pagar.
A resposta é esta que podem ler num excerto da carta. A empresa diz que só lhe deve o subsídio de Natal, e que vai pagar o mesmo em 9 anos (NOVE ANOS A 4,68€ POR MÊS)




Várias perguntas me toldam a mente nesta fase e perante isto.
A empresa diz que o pagamento desse valor é com base na aprovação do PER, mas o aprovado em tribunal não é esse valor. 
- Qual é o juiz que aprova um SEGUNDO PER e aceita que uma empresa fique a pagar durante NOVE anos um valor de 500 euros. 
- Qual a viabilidade de uma empresa que não tem esse valor para pagar de uma vez a um ex-funcionário. 
- Como se viabiliza um PER a uma empresa deste género.
- Será que houve mesmo um juiz que aprovou uma coisa destas?

Mas que estranha justiça é esta? Onde? Com quem? Para quem? 


   (foto: net)

A ex-funcionária não tem como pagar custas de um processo em tribunal, nem advogados, pelo que, se a segurança social recusar um advogado que já foi pedido, a ex-funcionária, riquíssima graças ao ordenado mínimo que recebeu durante o ano e meio que trabalhou para aquela empresa, não vai ver um tostão, ou melhor, vai ver 500 euros distribuídos por NOVE anos.
Assim vamos Portugal.

Nota: Os nomes e moradas de empresa e ex-funcionária foram, para já, ocultados, aguardando uma solução. 

Bom dia a todos
Boa semana
Beijinhos